Os Correios anunciaram uma paralisação parcial iniciada nesta quarta-feira (20) por alguns sindicatos da categoria. Entre eles estão os de Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Brasília (DF), Campinas (SP), Ceará, Espírito Santo, Goiás, Juiz de Fora (MG), Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Ribeirão Preto (SP), Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Maria (RS), Santos (SP), São José do Rio Preto (SP), Sergipe, Santa Catarina, Uberaba (MG) e Vale do Paraíba (SP), segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Correios e Telégrafos e Similares (Fentect).
Os funcionários que aderiram à paralisação reivindicam aumento de salário e pagamento de data-base,de acordo com a Fentect. As negociações com os sindicatos que não aderiram à paralisação ainda, Acre, Rondônia e Roraima, estão sendo realizadas esta semana, segundo os Correios.
A paralisação está concentrada principalmente na área de distribuição da empresa, o que pode atrasar entregas e prejudicar os consumidores que dependem dos serviços da companhia.
"Ressalta-se que a categoria de trabalhadores dos Correios é a que recebe os menores salários entre as empresas públicas e estatais, e a empresa optou nos últimos anos a manter uma cultura de benefícios em troca de reajustes salariais dignos aos empregados", afirmou a Fentect em nota.
No entanto, os Correios informaram que a greve não vai afetar os serviços de atendimento dos Correios. “Até o momento, todas as agências, inclusive nas regiões que aderiram ao movimento paredista, estão abertas e todos os serviços estão disponíveis”, mas com número de funcionários reduzidos, informou a companhia.
Segundo levantamento parcial realizado na manhã de hoje (20) pela empresa, 93,17% do efetivo total dos Correios no Brasil estão presentes e trabalhando — o que corresponde a 101.161 empregados.
“Os Correios continuam dispostos a negociar e dialogar com as representações dos trabalhadores na busca de soluções que o momento exige e considera a greve um ato precipitado que desqualifica o processo de negociação e prejudica todo o esforço realizado durante este ano para retomar a qualidade e os resultados financeiros da empresa”, disse a empresa em nota.
Os funcionários que aderiram à paralisação reivindicam aumento de salário e pagamento de data-base,de acordo com a Fentect. As negociações com os sindicatos que não aderiram à paralisação ainda, Acre, Rondônia e Roraima, estão sendo realizadas esta semana, segundo os Correios.
A paralisação está concentrada principalmente na área de distribuição da empresa, o que pode atrasar entregas e prejudicar os consumidores que dependem dos serviços da companhia.
"Ressalta-se que a categoria de trabalhadores dos Correios é a que recebe os menores salários entre as empresas públicas e estatais, e a empresa optou nos últimos anos a manter uma cultura de benefícios em troca de reajustes salariais dignos aos empregados", afirmou a Fentect em nota.
No entanto, os Correios informaram que a greve não vai afetar os serviços de atendimento dos Correios. “Até o momento, todas as agências, inclusive nas regiões que aderiram ao movimento paredista, estão abertas e todos os serviços estão disponíveis”, mas com número de funcionários reduzidos, informou a companhia.
Segundo levantamento parcial realizado na manhã de hoje (20) pela empresa, 93,17% do efetivo total dos Correios no Brasil estão presentes e trabalhando — o que corresponde a 101.161 empregados.
“Os Correios continuam dispostos a negociar e dialogar com as representações dos trabalhadores na busca de soluções que o momento exige e considera a greve um ato precipitado que desqualifica o processo de negociação e prejudica todo o esforço realizado durante este ano para retomar a qualidade e os resultados financeiros da empresa”, disse a empresa em nota.