Detida era procurada pela Polícia Civil de Leme (SP), onde o crime ocorreu, desde maio deste ano. Vítima ficou internada por cerca de duas semanas, mas não resistiu às complicações.
Ainda conforme a Polícia Civil, a presa não tinha qualquer formação médica ou licença para realizar os procedimentos. Ela está detida na Delegacia de Capturas, mas pode ser transferida para São Paulo, caso seja determinado pela Justiça.
Crime
O delegado responsável pelo caso em Leme, Carlos Eduardo Malamam, afirmou que a aplicação foi feita no bumbum da vítima no dia 16 de maio. No entanto, logo após o procedimento, ela sofreu dores e tentou acionara a travesti para pedir ajuda.
“Quando estava internada ela chegou a ser ouvida. Na época, ela contou que ligou para a travesti para falar da dor, ficou esperando retorno, como não teve resposta, já pediu por ajuda. No dia ela também reconheceu fotos dela como a pessoa que fez a aplicação. No hospital, ela foi piorando, teve infecções e morreu no dia 31”, contou o delegado.
Malamam informou que documentos do hospital comprovam a piora da paciente após o procedimento. No entanto, a Polícia Civil aguarda resultado do exame do Instituto Médico Legal (IML) com a comprovação da causa da morte.
Com a travesti foram encontrados agulhas e frascos que se assemelham a silicone. No entanto, segundo o delegado, não é possível afirmar se ela continuava fazendo aplicações.