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| Ao final da temporada de fogo na Amazônia, o Greenpeace registrou o estrago deixado pelas queimadas na região entre os estados do Amazonas, Acre e Rondônia. (Foto: © Daniel Beltrá / Greenpeace) |
A fumaça provocada pelas grandes queimadas no sul da Bolívia e no Paraguai no fim de semana contribuiu para a intensidade do fenômeno. A fumaça dos incêndios atravessou o Paraná, Mato Grosso do Sul, atingiu o estado de São Paulo e chegou a alcançar Minas Gerais, somando-se à fumaça provocada pelas queimadas amazônicas.
Segundo a empresa de meteorologia MetSul, a cor da fumaça que cobriu São Paulo é um dos indícios de que ela também vem da Bolívia.”A cor da fumaça que vem da região amazônica é esbranquiçada, e a fumaça que veio da Bolívia e do Paraguai é marrom. E o que estava sobre o estado de São Paulo era marrom”, afirmou a empresa, ao UOL.
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| Imagem de satélite da Nasa mostra o corredor de fumaça da Amazônia sobre a América do Sul na segunda-feira (19) Imagem: Reprodução |
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| O fogo na floresta oferece risco às pessoas e aos animais e contribui para aumentar as emissões de gases que causam o aquecimento global. (Foto: © Daniel Beltrá / Greenpeace) |
Com os fortes ventos e as queimadas na Bolívia e no Paraguai, a fumaça acabou atingindo São Paulo e Minas Gerais. Embora seja comum que haja queimadas em agosto, a MetSul afirma que o número de focos em 2019 está acima da média dos últimos anos.


