![]() |
Getty Images / iStock
|
Consideradas os seres vivos mais importantes do planeta, as abelhas são animais insubstituíveis, dos quais dependemos para viver. No entanto, nas últimas décadas, devido ao aquecimento global e o uso execessivo de pesticidas, elas estão morrendo.
No esforço para salvar a população de abelhas, um novo estudo sugere que elas adoram cannabis, o que pode ajudar salvar a espécie. A pesquisa foi realizada pela Cornell University – nos Estados Unidos e publicada na revista Environmental Entomology.
![]() |
Getty Images / iStock
|
A pesquisa, conduzida por cientistas da Universidade de Cornell, foi publicada pela revista científica Environmental Entomology. O estudo observa que nos últimos anos o habitat das abelhas está ameaçado devido à agricultura industrial. Isso porque o uso generalizado de pesticidas e inseticidas químicos, patógenos e parasitas persistentes tem causado estresse nutricional às comunidades apícolas. No entanto, a recente expansão agrícola da Cannabis sativa estaria revertendo um pouco a situação, pois a planta ofereceria "um recurso floral único para as abelhas".
Os cientistas afirmam que devido a suas características únicas de floração, a cannabis tem potencial para fornecer um recurso nutricional decisivo para as abelhas durante uma época de escassez floral. Assim, o aumento da presença desses insetos daria uma contribuição significativa para polinização de outras espécies de plantas, beneficiando todo o agroecossistema.
![]() |
Getty Images / iStock
|
A descoberta parece confirmar um outro estudo recente da Universidade Estadual do Colorado. Segundo essa pesquisa, o cultivo de cannabis em grande escala pode ajudar a reverter a diminuição das populações de abelhas, pois a planta é uma grande fonte de pólen, o que atrai os insetos. Segundo os pesquisadores, a maioria das plantações de cannabis floresce entre julho e setembro no hemisfério norte, coincidindo com a falta de produção de pólen de outras culturas agrícolas.
Envie vídeos, fotos e sugestões de pauta para a redação do Pirassununga On no WhaTsApp (19) 9 8294-5155


