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| O equipamento dos coveiros também mudou, com macacões especiais, luvas duplas e máscaras no rosto, para diminuir o risco de contaminação. Foto: Ullisses Campbell |
A vestimenta dos coveiros também mudou na esteira da crise. As luvas simples e uniformes comuns deram lugar a trajes especiais, completamente vedados, com máscaras para o rosto e luvas duplas — por baixo das antigas, os profissionais utilizam outras, cirúrgicas, para reforçar a precaução contra o contato.
Apenas em uma manhã, mais precisamente na última quarta-feira (25), 19 enterros por causa do coronavírus foram registrados no Cemitério Vila Formosa, o maior da América Latina, na zona leste de São Paulo.
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| Foto: Ullisses Campbell |
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| As irmãs Jandira e Maria de Fátima Fonseca foram as únicas presentes no enterro do pai, Ignácio, que morreu atestado com infecção pelo novo coronavírus. Foto: Ullisses Campbell |
Apesar das restrições severas em vigor no Brasil e em boa parte do mundo, não há casos de contágio do novo coronavírus por meio de cadáveres. Um dos problemas é que mesmo depois da morte o vírus pode permanecer nas roupas e objetos ainda por várias horas, o que tem levado às medidas de lacração quase imediata do caixão.
Dados atualizados
Nesta sexta-feira (27/03), o Ministério da Saúde atualizou os dados sobre o coronavírus no Brasil: 3.417 casos confirmados da doença e 92 mortes.( Da Redação Toni Oliveira /Jornal O Movimento com informação da revista Época.- É proibida a reprodução, total ou parcial, do conteúdo Pacientes na UTI têm alta em São Paulo após uso da hidroxicloroquina;)


