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| © Reprodução / O Movimento |
Segundo a pasta, para evitar possíveis aglomerações durante uma campanha, técnicos de saúde estadual e municipais optaram por manter apenas a imunização de rotina, disponível nos serviços de saúde das cidades ou estabelecimentos médico-veterinários privados, sendo responsabilidade do tutor ou proprietário zelar pela saúde do animal de estimação.
Tradicionalmente, a ação ocorria entre os meses de agosto e setembro. A campanha não tem data definida e poderá ser reprogramada dependendo da evolução do cenário epidemiológico do novo coronavírus em São Paulo.
O jornal O Movimento em contato com a Vigilância Sanitária de Pirassununga através da assessoria de comunicação, o setor responsável informa que, a princípio, a vacinação em formato de campanha está suspensa no Estado. Mas a distribuição tem ocorrido quando do registro de surto ou casos pontuais de morcegos contaminados, sendo necessária a cobertura vacinal da área onde o animal foi encontrado.
