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Os trabalhadores também mencionam falta de equipamentos de proteção adequados, álcool em gel e de testes. Eles querem ainda o restabelecimento do atual acordo coletivo, que teria vigência até 2021.
Em nota, os Correios informaram que estão cientes do estado de greve nos estados do Amapá, Bahia, Brasília, Espírito Santo, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, além de Santos e da região do Vale do Paraíba, em São Paulo.
Por se tratar de um serviço essencial, inclusive salientado no decreto de calamidade pública assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, os sindicatos avisam que o mínimo de trabalhadores será mantido nos próximos dias.
