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| Protesto de caminhoneiros em SP (Photo by Fabio Vieira/FotoRua/NurPhoto via Getty Images) |
Os caminhoneiros planejam uma paralisação nacional para o dia 1º de fevereiro. Apoiadores do presidente Jair Bolsonaro, eles estão insatisfeitos com algumas medidas adotadas pelo governo, como o projeto BR do Mar, que incentiva a navegação de cabotagem.
A principal reivindicação da categoria é contra a alta no valor dos combustíveis, considerada abusiva. A categoria também pede um piso mínimo de frete do transportador autônomo de cargas, aposentadoria especial, entre outras reivindicações.
O movimento já conta com o apoio do Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas. Contudo, a categoria está dividida e sindicatos regionais de caminhoneiros adiantam que não devem aderir à greve.
Greve em 2018
Em 2018, a categoria realizou uma greve de 10 dias no mês de maio. A paralisação gerou perdas em todos os setores da economia. Segundo estimativas da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Brasil perdeu cerca de R$ 10 bilhões por dia. Na época, a principal reivindicação era a redução nos preços do óleo diesel, que subiram mais de 50% nos 12 meses anterior ao evento. Além disso, exigiam a fixação de uma tabela mínima para os valores de frete.
