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| Em meio a pandemia e a crise financeira aos mais pobres, o aumento do preço dos remédios vai pesar ainda mais no bolso dos brasileiros. Foto: Aquivo/Agência Brasil |
Os maiores aumentos serão para remédios que têm maior competição entre as marcas. Conforme a disputa de mercado diminui, o reajuste cai para 6,79%.
O aumento médio neste ano é de 8,43%, o dobro do observado no ano passado, quando os medicamentos subiram 4,22%, em média. Caberá às empresas definirem os valores que aplicarão.
O reajuste no setor geralmente acontece em abril, mas, no ano passado, foi adiado para junho por conta da pandemia de Covid-19.
Segundo a indústria farmacêutica, essa mudança nos valores era esperada, pois as matérias-primas para produção subiram muito no exterior, devido à alta demanda causada pela pandemia.
Além de algumas fábricas terem sido prejudicadas pelo cenário emergencial, a valorização do dólar influenciou no preço dos insumos, cuja maioria é importada.
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