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| Órgão estadual não encontrou poluentes em amostras de água analisadas. Foto: Luiz Fernando (Pelé) / jornal O Movimento |
Após receber as fotos e vídeos, a reportagem do jornal O Movimento entrou em contato com a CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo, e nesta quinta-feira (5/8), técnicos da Agência estiveram no local e coletaram amostras de água do rio.
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| Uma das hipóteses para o surgimento da espuma é o baixo nível do rio devido à estiagem. Foto: Luiz Fernando (Pelé) / jornal O Movimento |
Veja a nota na integra:
Informamos que, em 05/08, a Agência da CETESB de São Carlos realizou vistoria no rio Mogi Guaçu, em Pirassununga, não sendo constatado problemas de odor ou mortandade de peixes. Também foram medidas a concentração de oxigênio e o índice de acidez (pH), ficando dentro dos valores estabelecidos pela legislação.
Os técnicos observaram a existência de espuma concentrada após a queda d'água na barragem da Aratu, mas não foi identificado nenhum lançamento pontual de qualquer substância química na água. A CETESB continuará atenta a qualquer anormalidade no curso d'água.
O jornal O Movimento também entrou em contato com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Pirassununga, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem.( Copyright © O Movimento. Todos os direitos reservados. )
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