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Remédios e kits de intubação apreendidos pela Policia Cível. Foto: Divulgação / Policia Cível
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Um aposentado, de 70 anos, pai da médica Cinthya Cristina Telles, da empresa Seete Serviços Especializados em Terapia Emergencial LTDA, responsável pela Ala UTI Covid-19 da Santa Casa e na Unidade Sentinela-Covid-19 de Pirassununga– que foi alvo da Operação Ethon, da Polícia Federal na quarta-feira (18) -, foi preso pela Polícia Civil após ser flagrado com 7.059 itens em medicamentos sem procedência, possivelmente, para tratamento da covid-19, guardados na sua casa, no Centro de Limeira.
A prisão aconteceu na noite desta sexta-feira (20). A médica também foi presa por agredir a delegada Ivalda Alexia, mas foi liberada no final da tarde da última quinta-feira (19).Segundo apurado pela TV Educadora de Limeira, o pai da médica foi encaminhado ao Plantão Policial, mas foi liberado após pagamento de fiança de R$ 15 mil. Caso condenado, a pena do aposentado pode ser de 1 a 3 anos de detenção, tempo estabelecido pela natureza do crime.
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| Equipamentos apreendidos na residência do aposentado. Foto: Divulgação / Policia Cível |
Os policiais foram até a casa do aposentado com mandado de busca e apreensão por volta das 20h de sexta-feira, mas só conseguiram registrar a ocorrência 1h deste sábado (21), devido à quantidade de medicamentos que teve que ser recolhida do local.PRISÃO
Segundo o boletim de ocorrência, o pai da médica responde por manter “grande quantidade de produtos medicinais de procedência ignorada” e seria mandatário das empresas MED AID e Socorro Médico LTDA, investigadas na operação.
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| Remédios e kits de intubação apreendidos pela Policia Cível. Foto: Divulgação / Policia Cível |
Além disso, ainda segundo o registro policial, o aposentado teria demonstrado conhecimento sobre os medicamento guardados de forma ilegal, “inclusive evidenciando-se protagonista das relações negociais envolvendo as empresas dos familiares com os entes públicos”.
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| Remédios e kits de intubação apreendidos pela Policia Cível. Foto: Divulgação / Policia Cível |
Ele teria, inclusive, se denominado “mestre de licitações” e teria demonstrado que sabia que não havia licença para guardar tais produtos em casa. O caso é investigado pela Polícia Civil, que vai enviar todo o material apreendido para a Perícia.