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| A mudança vai pesar sobre tratamentos de hipertensão, câncer, Aids, doenças cardíacas e diabetes. Unsplash |
Folhapress-O Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma) não viu com bons olhos a aprovação da reforma do Imposto de Renda, quarta-feira (1º), pela Câmara dos Deputados. Isso porque, para compensar a redução da alíquota do IR, o projeto prevê acabar com a isenção de PIS/Cofins de produtos para saúde – o que inclui 18 mil apresentações de medicamentos.
Segundo o presidente da entidade, Nelson Mussolini, se o texto, do jeito que está, passar também no Senado, haverá um aumento de 12% nos medicamentos de uso contínuo vendidos nas farmácias. Esses medicamentos são usados para o tratamento da hipertensão, diabetes, câncer e Aids, entre outros.
Ele afirma que mais de 18 mil produtos farmacêuticos vão ficar 12% mais caros para o consumidor final por causa do fim de isenções de PIS Cofins. No SUS, as contas da indústria apontam impacto em mais de 18%, na média.
A mudança vai pesar sobre tratamentos de hipertensão, câncer, Aids, doenças cardíacas e diabetes, que estão na lista de substâncias isentas de PIS Cofins, segundo o Sindusfarma.( Copyright © O Movimento. Todos os direitos reservados. )
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