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| Caminhoneiros reivindicam, entre outras causas, a redução no preço dos combustíveis. Foto: Reprodução |
As principais associações de caminhoneiros prometem desde o final de outubro uma greve para esta segunda-feira (1). Em meio às incertezas, crescem os apoios à paralisação, apesar de o governo ter conseguido liminares na justiça que impedem o o bloqueio de rodovias federais em alguns estados.
A greve conta com apoio de diversas entidades, como o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL) e da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava).
Na última quinta-feira (28), a Central Única do Trabalhador (CUT) publicou um comunicado assinado com a Força Sindical, UGT, CTB, NCST, CSB, CSP, Conlutas e outras entidades no qual apoia a paralisação dos caminhoneiros.
“As Centrais Sindicais apoiam o movimento dos caminhoneiros e convocam todo o movimento sindical a expressar sua solidariedade a essa luta que é de todos os trabalhadores”, diz a nota.
O Ministério da Economia divulgou na última sexta-feira (29), em uma tentativa de enfraquecer a greve, (29) que o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovou o congelamento do valor do ICMS cobrado na venda de combustíveis por 90 dias.
