Presídios de São Paulo terão 'anti-drone' para evitar entrega de droga e celular

 

Equipamento coíbe circulação de drones em presídios . Foto: Reprodução

Um equipamento vai tentar auxiliar no combate à entrega de drogas e celulares por meio de drones nos presídios de São Paulo. A tecnologia passou por uma demonstração na manhã desta terça-feira (23).

O aparelho pesa sete quilos e funciona com uma bateria que dura até duas horas. O equipamento "anti-drone", após acionado, envia um raio de ondas que podem chegar a 2 km de extensão e fazem o operador do drone perder o controle do voo.

Depois de atingir o alvo, o equipamento pode desempenhar três funções: forçar o pouso do drone na vertical, mantê-lo voando até que acabe a bateria, ou fazer com que ele retorne ao local de decolagem. Neste caso, as equipes da Secretaria de Administração Penitenciária (SAP) vão ao encontro do operador.

De acordo com a SAP, equipes foram treinadas especificamente para operar o "anti-drone". O primeiro investimento foi feito para ser usado nas unidades que têm mais necessidade.

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