| Colégio particular em Campinas, no Interior de SP. Foto: Denny Cesare/Folhapress |
O Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do estado de São Paulo (Siesp) recomendou, ( ontem), segunda-feira (31) que as escolas particulares também sigam a resolução da Secretaria de Educação, que determinou que estudantes de escolas estaduais apresentem comprovante de vacinação contra a Covid-19 a partir do segundo bimestre de 2022.
"As três redes de escolas [estadual, municipais e particular] precisam caminhar juntas, como nós temos defendido desde o início da pandemia. Vamos seguir as orientações da Seduc quanto à vacina contra a Covid-19”, disse, por meio de nota, Benjamin Ribeiro da Silva, presidente do Siesp.
O sindicato representa 11 mil escolas particulares no estado de São Paulo.
Segundo a resolução do governo estadual, que foi publicada no Diário Oficial do último sábado (29), o comprovante de vacinação será exigido de alunos a partir de cinco anos, faixa já contemplada pela vacinação contra a Covid-19. Os responsáveis legais pelos estudantes terão de apresentar o comprovante de vacina com as duas doses ou um atestado médico que contraindique a vacinação.
A regra prevê que alunos sem imunização não podem ser impedidos de frequentar a escola, mas, se a documentação não for apresentada em até 60 dias, deverá ser feita uma notificação ao Conselho Tutelar, ao Ministério Público e às autoridades sanitárias.
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