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| Imagem do cometa C/2017 K2 (PANSTARRS) quando descoberto. Crédito: NASA/ESA /A. Feild (STScI) |
Descoberto em 2017, o cometa K2 era considerado o mais distante já observado em atividade, até o título ter sido passado para o recém-detectado Bernardinelli-Bernstein. Segundo a Organização EarthSky, uma plataforma norte-americana de informações sobre o céu, ele vem se aproximando da Terra em direção ao Sol e poderá ser visto no mês que vem.
Enquanto o mais comum é que os cometas “acordem” perto da órbita de Júpiter, o C/2017 K2 (PANSTARRS) – como é chamado formalmente – começou a vomitar gás e poeira no sistema solar distante.
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| Imagem do cometa C/2017 K2 (PANSTARRS) quando descoberto. Crédito: NASA/ESA /A. Feild (STScI) |
Segundo o site Space.com, imagens do Telescópio Espacial Hubble revelaram que o coma (ou a atmosfera difusa) do cometa provavelmente inclui oxigênio, nitrogênio, dióxido de carbono e monóxido de carbono – tudo mudando do estado sólido para o gasoso à medida que o cometa se aquecia.
Cinco anos depois de identificado, o corpo gelado está finalmente se aproximando da Terra, para deleite dos observadores amadores, que poderão enxergá-lo nitidamente em seus binóculos e telescópios no dia 14 de julho. Depois, ele segue sua viagem rumo ao Sol, de onde deve se aproximar mais intimamente no dia 19 de dezembro.

