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| Tayane Vasconcelos (à esq.), Paulo Vasconcelos e Silvana Vasconcelos morreram em acidente na Rodovia Anhanguera em Sumaré. Foto: Arquivo pessoal |
O motorista que conduzia o carro que invadiu a contramão da Rodovia Anhanguera (SP-330) antes do acidente com quatro mortos no sábado (28) em Sumaré (SP), trafegou por quatro quilômetros, segundo a Polícia Rodoviária informou à EPTV, afiliada à Rede Globo na região. Além disso, uma testemunha afirmou ao telejornal EPTV 2ª edição que o veículo estava em alta velocidade.
O condutor que trafegava na contramão e causou o acidente estava em um Chevrolet Montana e colidiu de maneira frontal contra um Citroën C3 e de forma lateral contra um Renault Sandero.
Para o tenente da Polícia Rodoviária, Vinícius Becker, em entrevista ao telejornal EPTV, o condutor da Montana provavelmente não estava consciente do que fazia. O caso será investigado, afirmou.
No Citroen C3 estavam o pai Paulo Vasconcelos, de 54 anos, a mãe Silvana Vasconcelos, de 49 anos e a filha Tayane Vasconcelos, de 20 anos, que não resistiram ao impacto. Outro ocupante do veículo, um sobrinho de 11 anos do casal, sofreu ferimentos leves e foi encaminhado para o Hospital de Clínicas da Unicamp pelo Helicóptero Águia da Polícia Militar. Os ocupantes do Sandero não se feriram.
Parentes das vítimas do Citroen contaram que a família tinha saído da região de Nova Veneza, em Sumaré, para visitar amigos na Vila Padre Anchieta, em Campinas.
Segundo a AutoBan, concessionária que administra o trecho, o acidente ocorreu no Km109 da marginal da pista, sentido São Paulo. O trecho precisou ser interditado e o congestionamento de veículos no local chegou a 1km.
A família foi velada no Memorial de Hortolândia (SP) na manhã de domingo (29) e sepultada por volta das 16h10 no Cemitério dos Amarais, em Campinas (SP).


