21 de março: Dia Internacional da Síndrome de Down

A família e a escola precisam se unir no combate ao preconceito. Foto: Ground Picture | ShutterStock 

Nesta terça-feira, 21, é celebrado o Dia Mundial da Síndrome de Down.
A data visa conscientizar e acabar com os tabus pré estabelecidos pela sociedade em relação às pessoas com Down.

Segundo a Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down, estima-se que no Brasil a ocorrência de pessoas com Down seja 1 em cada 700 nascimentos. Totalizando cerca de 300 mil pessoas com a síndrome de Down. No mundo, a incidência estimada é de 1 em 1 mil nascidos vivos. A cada ano, cerca de 3 a 5 mil crianças nascem com síndrome de Down.

Uma pessoa típica tem um total de 46 cromossomos, que são divididos em 23 pares. Já as pessoas com Down, possuem a presença de uma terceira cópia do cromossomo 21 em todas as células do organismo (trissomia). Esse fato ocorre na hora da concepção de uma criança. A diferença entre as pessoas com Down é que eles possuem um cromossomo a mais, sendo assim, 47 em suas células, ao invés de 46, como o restante da população.

É válido ressaltar que as crianças, os jovens e os adultos com síndrome de Down podem apresentar algumas características semelhantes e podem estar sujeitos a uma maior incidência de doenças, mas cada indivíduo é único, apresentando personalidades e características diferentes.

Em 1866, ocorreu a primeira descrição clínica dos sinais característicos da pessoa com SD. A palavra “síndrome” significa um conjunto de sinais e sintomas observáveis e “Down” faz referência ao sobrenome do médico pediatra inglês John Langdon Down, que realizou a primeira descrição da SD.
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