A ação tem como objetivo fortalecer a segurança nas escolas, após os dois casos fatais de violência que ocorreram em 2023.
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| © Marcelo Camargo/Agência Brasil |
A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) anunciou, nesta quarta-feira (25), a contratação de mil seguranças privados para atuarem nas escolas estaduais da capital, interior e litoral paulista. Os primeiros 774 vigilantes já começam a trabalhar até o fim desta semana.
De acordo com o governo, a seleção das escolas atendidas foi feita por 91 diretorias regionais de ensino com base nos critérios de vulnerabilidade da comunidade e convivência no ambiente escolar.
O projeto prevê ainda que as empresas selecionadas contratem agentes homens e mulheres com formação profissionalizante na área de segurança, e exige a consulta aos antecedentes criminais dos selecionados.
Os vigilantes devem circular dentro da escola e avisar a direção qualquer ocorrência. Ainda segundo a gestão estadual, serão investidos R$ 70 milhões por ano no projeto.
Segundo ataque
Nesta segunda-feira (23), uma aluna morreu e outros três ficaram feridos após um ataque a tiros dentro da Escola Estadual Sapopemba, na Zona Leste de São Paulo.
Um adolescente de 16 anos, também aluno, entrou armado no colégio e efetuou os disparos. Ele foi apreendido junto com a arma e encaminhado à Cara da Infância e Juventude.
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| Ataque a escola pública deixa uma aluna morta e três feridas em São Paulo — Foto: Hyndara Freitas |

