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| Lucilene era sócia e companheira de Vanderlei © Reprodução/Redes Sociais |
A Justiça de São Paulo julgou culpado, na noite desta quarta-feira (22), Vanderlei Meneses pelo assassinato da sócia e ex-companheira Lucilene Ferrari. Quatro anos após o desaparecimento da vítima, o empresário foi condenado a 56 anos e 4 meses de prisão.
Além do crime de homicídio qualificado com agravante por motivo fútil, Vanderlei foi julgado culpado por feminicídio, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de testemunha.
RELEMBRE O CASO
Lucilene desapareceu no dia 24 de dezembro de 2019 e o próprio sócio registrou o caso na delegacia dois dias depois.
No dia do sumiço, ela estava apenas com a roupa do corpo e, segundo o sócio, R$ 1,5 mil. Os dois celulares dela ficaram em casa. A Polícia Civil abriu inquérito e interrogou o homem, mas ele entrou em contradição.
Vanderlei teria dito que Lucilene iria passar a véspera do Natal com a família em Descalvado. Contudo, em conversa com a mãe, no dia 24 de dezembro, Lucilene disse que iria passar a data com o Vanderlei.
Vanderlei teve a prisão temporária decretada em fevereiro de 2020, mas foi solto dois meses depois.
O corpo de Lucilene foi encontrado em outubro de 2021, em uma área de mata de difícil acesso do município. Um cachorro de trabalhadores rurais encontrou o cadáver.
Em abril de 2022, foi confirmado que o corpo seria de Lucilene por meio de exame de DNA.
No dia 27 de abril de 2022, a Polícia Civil pediu a prisão preventiva de Vanderlei Meneses, que foi negada no dia 3 de maio, do mesmo ano, pela Justiça de Porto Ferreira.
No dia 6 de maio de 2022, o pedido de prisão preventiva foi expedido durante a manhã e Vanderlei foi preso momentos depois. De acordo com a Polícia Civil, devido a repercussão do crime, não foi difícil de encontrar o suspeito na cidade.
