Medida vale até 28 de fevereiro e tem objetivo de evitar a pesca predatória e garantir a reprodução das espécies nativas.
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| Impressionante cardume de lambari subindo rio Mogi-Guaçu em Cachoeira de Emas. (Foto: Luís Fernando/FotografeOMovimento) |
Pescadores devem ficar atentos: a piracema começa nesta quarta-feira (1º) e segue até o fim de fevereiro de 2024. Durante o período fica proibido a pesca no rio Mogi-Guaçu no distrito de Cachoeira das Emas, em Pirassununga (SP).
Fica proibido pescar peixes nativos da bacia do rio Paraná, entre eles: piau-três-pintas, piapara, piavuçu, pacu-caranha, mandi, traíra, cascudo, tuvira, barbado, curimbatá, pintado, cachara, dourado, taguara, piracanjuba e jaú.
Além da proibição da pesca, o transporte e o armazenamento de espécies nativas de peixes nos rios e lagos, além de outras restrições, também fica proibido. A medida visa proteger a reprodução natural dos peixes.
Quem for flagrado pescando no período de defeso recebe multa, tem os apetrechos de pesca apreendidos e responde criminalmente por crime ambiental.
A pesca de espécies exóticas aos ambientes locais não entra na lista de proibições, que engloba apenas os peixes nativos. Além da fiscalização nos rios, os órgãos de controle costumam vistoriar as peixarias e estabelecimentos que comercializam peixes, que podem ser multados caso não consigam comprovar a origem legal dos produtos.
