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| Vereadores aprovaram o recebimento de denuncia pedindo a cassação do mandato do Prefeito Municipal — Foto: Impressa/Câmara |
Além do prefeito, dois secretários municipais e o superintendente do Departamento de Águas e Esgoto de Pirassununga (Saerp) também foram afastados de seus cargos por ordem do Tribunal de Justiça por suspeitas de fraudes em licitações em contratos de serviços de limpeza urbana e corrupção passiva.
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| População durante sessão ordinária — Foto: Imprensa/Câmara |
A Comissão Processante recebeu a totalidade dos votos dos vereadores. A abertura do processo contou, inclusive, com apoio de parlamentares da base governista.
Depois da votação, foi feito um sorteio para definir os parlamentares que farão parte da comissão processante, que é a responsável pela condução do processo. Os escolhidos foram: Wellington Luís Cintra de Oliveira (Republicanos) para presidente, Carlos Luiz de Deus (PP) para relator e João Henrique Trevillato Sundfeld (João do Sal Filho) (PSD) para membro.
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| José Carlos Mantovani (PP) foi afastado da prefeitura de Pirassununga — Foto: Reprodução/Facebook |
Ainda de acordo com a Câmara Municipal, a partir de agora "serão realizados os procedimentos para apuração dos fatos, intimação do prefeito para apresentação de defesa, chamamento de possíveis envolvidos no caso e após será julgado o processo".
Se o prefeito tiver o mandato cassado poderá ficar inelegível por 8 anos, a contar do término do mandato para o qual foi eleito. O prazo máximo para o processo é de 90 dias.
Segundo a Câmara Municipal, o pedido de impeachment foi protocolada pelo cidadão, Odirley Montesino.
- José Carlos Mantovani (PP) – prefeito de Pirassununga
- Luiz Carlos Montagnero Filho – secretário municipal de Governo
- Marcos Alecsandro de Oliveira Moraes – secretário municipal de Agricultura
- Jeferson Ricardo do Couto – superintendente do Departamento de Águas e Esgoto do município de Pirassununga (Saerp)
- Dercilene dos Santos Magalhães - pregoeira do setor de licitações.


