Piracema chega ao fim no Rio Mogi Guaçu em Pirassununga

De 1º de novembro a 28 de fevereiro a pesca é proibida por lei, para preservação de espécies nativas.  Pescadores precisam ficar atentos aos locais onde a atividade é proibida. 

Durante a piracema, os peixes nadam contra a correnteza em cardumes no rio Mogi-Guaçu em Pirassununga. Foto: Fotógrafo Luís Fernando

A proibição da pesca no período da piracema, que começou em 1º de novembro do ano passado, chegou ao fim no Rio Mogi Guaçu no Distrito de Cachoeira de Emas, em Pirassununga (SP), nesta quarta-feira (28). 

A partir desta quinta-feira (29), a pesca profissional, amadora e esportiva volta a ser permitida. No entanto, restrições como o uso de determinados apetrechos e limite para espécies definidas de peixes, continuam a valer.  

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Mesmo com a liberação, pescadores precisam ficar atentos aos locais onde a pesca ainda é restrita. A pesca predatória proibida em vários trechos do Rio Mogi Guaçu começou no dia 1º de novembro de 2023 para preservar a reprodução e migração dos peixes para águas mais tranquilas.

IMPORTÂNCIA DA PIRACEMA
De acordo com a Secretaria de Agricultura do Estado, a medida é de extrema importância para a conservação dos ecossistemas aquáticos, pois permite que os peixes realizem suas desovas tranquilamente e sem ameaças, contribuindo para o aumento das populações.

Além disso, a temporada também desempenha um papel vital na economia das comunidades que dependem da pesca, uma vez que assegura a disponibilidade de peixes no futuro, garantindo o sustento de pescadores e suas famílias.

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