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| Aedes aegypti no laboratório da Oxitec, em Campinas. O mosquito é transmissor de doenças como a dengue, chikungunya e do vírus zika, causador da microcefalia — Foto: Paulo Whitaker/Reuters |
O estado de São Paulo atingiu, nesta terça-feira (12/3), a marca de 60 mortes por dengue neste ano, segundo dados da Secretaria Estadual da Saúde. A última atualização da pasta aponta 195.817 casos confirmados da doença.
Foram registradas nas últimas horas duas novas mortes no estado: uma na cidade de Pederneiras, no interior, que chega a quatro óbitos no total, e uma em Ilha Comprida, no litoral paulista, a primeira do município. Outras 154 mortes no estado são investigadas.
Na semana passada, o governo de São Paulo decretou estado de emergência para a dengue no território paulista.
A decisão foi tomada pelo Centro de Operações de Emergências (COE), grupo coordenado pela secretaria, após o estado passar da marca de 300 casos confirmados da doença a cada 100 mil habitantes.
Vacina
Dentre os contemplados, apenas 11 ficam no estado de São Paulo: Guarulhos, Suzano, Guararema, Itaquaquecetuba, Ferraz de Vasconcelos, Mogi das Cruzes, Poá, Arujá, Santa Isabel, Biritiba-Mirim, Salesópolis. A capital ficou de fora.
Os municípios paulistas deram início à vacinação contra dengue de forma gradual, a partir de 19 de fevereiro.
Prevenção da dengue
Além do tratamento, a prevenção da dengue é crucial. Medidas como eliminação de criadouros do mosquito Aedes aegypti, uso de repelentes, telas em janelas e portas, além da conscientização da população sobre a importância dessas práticas, são enfatizadas pelo Ministério da Saúde.
